segunda-feira, 1 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
FC Porto versão 2013/2014 arranca dia 1 de julho
O FC Porto, regressa aos trabalhos na segunda-feira, sob a orientação de Paulo Fonseca (ex-Paços de Ferreira), que se estreará, enquanto treinador, pelos tricampeões nacionais de futebol, embora ainda sem o plantel completo.
Os “dragões” apresentam-se no centro de treinos do Olival (Gaia) às 10:30, cujos 15 minutos iniciais serão abertos à comunicação social, que poderá apreciar, nomeadamente, algumas das “caras novas” do plantel, ao que se seguirá uma primeira sessão de exames físicos, a partir das 14:00.
Contando com atrasos devidamente programados, é natural que alguns reforços possam ser vistos já segunda-feira, nomeadamente Licá, Carlos Eduardo (ex-Estoril) e Josué (Paços de Ferreira), uma vez que Diego Reyes (ex-América) terminou recentemente a disputa da Taça das Confederações pelo México, enquanto Ricardo e Tiago Rodrigues (ex-Vitória de Guimarães) permanecem entregues aos compromissos da Seleção Sub-20.
O programa dos portistas prosseguirá terça-feira, exatamente igual ao do dia anterior, sendo que o plano de treinos será idêntico até ao final da semana, mas com entrevistas rápidas a jogadores de quarta a sexta-feira, 15 minutos antes de cada sessão.
Os portistas folgarão sábado e domingo, partindo para estágio segunda-feira (dia 08 de julho), o qual decorrerá, até dia 14 em Horst, na Holanda, país onde defrontarão o primeiro adversário da temporada, o MVV Maastricht.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Paulo Fonseca é o novo treinador do FC Porto
Paulo Fonseca é o novo treinador do FC Porto. O treinador que liderou a brilhante carreira do Paços de Ferreira vai assinar um contrato de dois anos com os dragões. A oficialização deve acontecer ainda esta semana ou, no máximo, até à próxima terça-feira.
Paulo Fonseca, de 40 anos, vai levar para o Dragão o adjunto Nuno Campos e Pedro Moreira. O FC Porto irá ainda indemnizar o Paços de Ferreira em cerca de um milhão de euros,
que diz respeito à cláusula de rescisão.
Parece-nos uma boa escolha e um treinador muito ambicioso, capaz de voltar a colocar o FC Porto com o destaque europeu que perdeu nestes dois últimos anos com Vitor Pereira. Bem-vindo Paulo. Agora é rumo ao Tetra.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Reforços | O que já temos e o que faz falta...
Hoje quero falar do mercado de transferências que, apesar de não estar oficialmente aberto, já mexe... e de que maneira!
Estavamos todos habituados, nos últimos anos, a ver os clube oficializarem os jogadores mais tarde do que este ano. Por esta altura, não era muito normal as grandes equipas já terem contratado a maior parte dos reforços. E no FC Porto não me lembro de tantos em tão pouco tempo, sendo que metade daqueles que já são oficiais, foram conhecidos ainda durante o decorrer do campeonato. Também não era normal as vendas fazerem-se poucos dias depois de terminada a época, como foram os casos de Moutinho e James. Mas tirando estas situações e pelo que já conhecemos, devo dizer o seguinte: Muito bem! Gostei dos nomes, gostei da maioria deles ter nacionalidade portuguesa e gostei da eficácia do FC Porto nestas contratações, como já é habitual.
Se olharmos para os 6 reforços já conhecidos, penso que 4 serão para fazerem parte da equipa principal e 2 da equipa B. No último caso, refiro-me ao Tiago Rodrigues e ao Ricardo. Quanto ao Reyes, é um central jovem mas de grande qualidade, por isso se o Mangala sair, não me surpreendia muito que o jovem mexicano fosse titular já na sua época de estreia na europa. Carlos Eduardo é a minha maior incógnita. Não sei bem o que vai sair dali. Não o vejo como um jogador para a equipa B, mas também não o vejo como um jogador capaz de lutar por um lugar no onze. Prefiro esperar para ver... Já os últimos dois reforços, Josué e Licá, têm boas hipóteses de ganharem um lugar no onze inicial do FC Porto. Não me surpreendia ver Josué no lugar do Moutinho e Licá no de Varela/Atsu. Até digo mais. Licá parece-me superior a Varela e com a saida do Atsu, acho que este português pode ser a grande "surpresa" no onze do FC Porto da próxima época. Penso que está ali um verdadeiro jogador à Porto, com um pulmão incrível e de grande qualidade técnica e tática. Tem todas as condições para ser titular no nosso clube e deposito nele grandes espectativas. E isto é o que já temos...
O que nos falta? Bem, parece-me óbvio que faltam alternativas em ambas as laterais da defesa, faz falta um trinco que seja alternativa ao Fernando ou então, em caso de saída do brasileiro, um jogador que se assuma como dono e senhor da posição 6, um extremo de grande qualidade também era bem-vindo e também um ponta-de-lança que seja verdadeiramente uma alternativa ao Jackson, que segundo consta, não deve sair do FC Porto.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Quando a montanha nem um rato pariu...
Hoje vamos olhar para aquele que é atualmente o nosso grande rival e para toda a sua época. Estamos em agosto e como sempre a espectativa é enorme. A onda vermelha está criada! Mas eis que os últimos dias de agosto e os primeiros de setembro fazem explodir a primeira bomba da época: A dupla titular de meio-campo do Benfica da época passada, vai embora e deixa Jesus sem grandes opções para o meio-campo. Matic e Carlos Martins parecem ser os únicos disponíveis mas Jesus inventa o seu 8 e decide fazer passar Enzo Pérez para o meio e formar assim a dupla titular com Matic. Funcionou na perfeição a grande maioria da época. Mais um período de transferências e defesa-esquerdo nem vê-lo. Jesus achou que conseguia fazer de Melgarejo o que fez com Coentrão. A coisa falhou logo no 1º jogo com o Braga na Luz, mas compôs-se logo a seguir e nos restantes jogos, o Melga já era bom. Jesus afinal também fazia milagres. Era rei e senhor na Luz! Adorado por todos os benfiquistas, este ano é que era...
Avançamos na época. O Benfica tinha duas finais até ser campeão: O Sporting em casa e o Marítimo na Madeira. Na Luz, o Capela salvou e na Madeira a festa começou. Mal se ouviu o apito final nos Barreiros, começaram a ouvir-se os primeiros gritos de campeões, campeões. A festa dos jogadores na Madeira não deixava dúvidas. Estava encontrado o campeão da época 2012/2013. A seguir a isto, tudo o que era presidente, vice-presidente, diretor de comunicação e afins veio a terreiro falar, com a certeza que este era o ano do Benfica. O campeonato estava ganho, faz-se uma conferência de imprensa a falar de arbitragem para tentar explicar que o Capela não tirava mérito à vitória do Benfica no campeonato e a Liga Europa estava à distância de uma final. Foi a fanfarronice do costume. E nós, FC Porto, que já sabemos como a coisa funciona, continuamos sempre a ganhar os jogos pela calada e sem fazer grande alarido...
Vem o Estoril. O Benfica estava com 4 pontos de vantagem, faltavam apenas 3 jornadas para o final e já havia campeão. O Estoril, coitado, era só mais uma equipa que vinha fazer parte da festa que tinha o seu ponto alto com a entrega da Taça no Dragão. Apito final de Paulo Batista na Luz e o primeiro balde de água fria da época. 1-1, resultado final. O que era já uma certeza absoluta, deixou de o ser. Soaram os primeiros sinais de alarme. Mas depressa, os jogadores do Benfica vieram descansar os adeptos e garantiram que no Dragão era p'ra ganhar e a festa estava garantida. Nem podia ser de outra maneira.... Mas foi! Minuto 92 e um miúdo chamado Kelvin mesmo sem ter a carta de condução, conduziu o FC Porto ao TRI. Desilusão geral. Mas ainda se acreditava no Paços de Ferreira, que era a sensação do campeonato e que podia ganhar ou empatar na última jornada. Mas isso era depois, porque antes havia uma Liga Europa para ganhar.
Estamos em Amesterdão e a maldição do Béla Guttmann confirmou-se. Jogar como nunca e perder como sempre. O Chelsea vencia a Liga Europa mas o Benfica foi recebido em apoteose, afinal eles deram tudo em campo e tiveram azar.
Domingo, 19 de maio de 2013. O FC Porto é Tricampeão. É neste momento que começa a cair a ficha à maioria dos adeptos benfiquistas. Não todos, porque ainda havia a Taça de Portugal para ganhar . Mas o karma desta época já estava à muito instalado nas matas do Jamor. Fim do jogo e o fim da picada. O Benfica acabou a época a zeros. O Cardozo tentou pedir explicações ao seu treinador por todo aquele fracasso recorrendo à violencia. É a hecatombe geral. Muita parra e uvas... nem vê-las. Será que serviu de lição? Claro que não. Para o ano é igual, porque sempre foi assim. Eles falam, festejam antes do tempo, são os melhores, praticam o melhor futebol, são quase invencíveis, vão ganhar tudo... e no fim... Só o Porto é campeão!
Vem o Estoril. O Benfica estava com 4 pontos de vantagem, faltavam apenas 3 jornadas para o final e já havia campeão. O Estoril, coitado, era só mais uma equipa que vinha fazer parte da festa que tinha o seu ponto alto com a entrega da Taça no Dragão. Apito final de Paulo Batista na Luz e o primeiro balde de água fria da época. 1-1, resultado final. O que era já uma certeza absoluta, deixou de o ser. Soaram os primeiros sinais de alarme. Mas depressa, os jogadores do Benfica vieram descansar os adeptos e garantiram que no Dragão era p'ra ganhar e a festa estava garantida. Nem podia ser de outra maneira.... Mas foi! Minuto 92 e um miúdo chamado Kelvin mesmo sem ter a carta de condução, conduziu o FC Porto ao TRI. Desilusão geral. Mas ainda se acreditava no Paços de Ferreira, que era a sensação do campeonato e que podia ganhar ou empatar na última jornada. Mas isso era depois, porque antes havia uma Liga Europa para ganhar.
Estamos em Amesterdão e a maldição do Béla Guttmann confirmou-se. Jogar como nunca e perder como sempre. O Chelsea vencia a Liga Europa mas o Benfica foi recebido em apoteose, afinal eles deram tudo em campo e tiveram azar.
Domingo, 19 de maio de 2013. O FC Porto é Tricampeão. É neste momento que começa a cair a ficha à maioria dos adeptos benfiquistas. Não todos, porque ainda havia a Taça de Portugal para ganhar . Mas o karma desta época já estava à muito instalado nas matas do Jamor. Fim do jogo e o fim da picada. O Benfica acabou a época a zeros. O Cardozo tentou pedir explicações ao seu treinador por todo aquele fracasso recorrendo à violencia. É a hecatombe geral. Muita parra e uvas... nem vê-las. Será que serviu de lição? Claro que não. Para o ano é igual, porque sempre foi assim. Eles falam, festejam antes do tempo, são os melhores, praticam o melhor futebol, são quase invencíveis, vão ganhar tudo... e no fim... Só o Porto é campeão!
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Os melhores do ano
Agora que o TRI é uma realidade e que a maior festa já passou, é altura de escolhermos os melhores do ano. Em três categorias, destacamos aqueles que, na nossa opinião, mais de destacaram nas categorias de estrela do ano, jogador do ano e revelação do ano.
Estrela do ano- Esta categoria diz respeito ao jogador que foi mais decisivo ao longo da época. E neste aspeto, Jackson Martínez fica isolado no primeiro lugar. Marcou de todas as formas e feitios, acabou como melhor marcador da época com 26 golos e tudo isto em ano de estreia na Europa. Razões mais do que suficientes para ganhar um dragão de ouro esta época e para o colocar ao nível dos melhores pontas de lanças que já passaram pelo FC Porto. É verdade que falhou dois penaltis decisivos que podiam ter feito a diferença no fim. Mas também ninguém lhe podia apontar isso em caso de insucesso, porque jogadores com a qualidade do Jackson, não há por aí muitos. Vai ser difícil segurá-lo para a próxima época, mas continuamos confiantes na sua continuidade no Dragão. Grande Jackson!
Jogador do ano- Esta categoria diz respeito ao jogador que foi mais regular ao longo da época. E aqui, João Moutinho é rei e senhor. Muitos dizem que é um dos melhores 8 do futebol mundial. Nós não temos dúvidas nenhumas. É talvez o jogador mais difícil de substituir na equipa do FC Porto e prova disso foi o período menos bom que tivemos quando Moutinho se lesionou, que culminou com o afastamento da Champions e do empate na Madeira. É o cérebro da equipa e o motor que tudo faz funcionar na equipa. É daqueles que não sabe jogar mal e um dos melhores médios da história do futebol português. Ao que tudo indica, vai mesmo sair no final da época depois de três anos de Dragão e de 8 títulos conquistados, um deles na Europa. Vai deixar muitas saudades no meio-campo.
Revelação do ano- Começou a época como suplente e aproveitou a lesão de Maicon para se fixar no onze inicial do FC Porto. Desde então, faz dupla de centrais com Otamendi e é um jogador de grande futuro no futebol europeu. Foi vê-lo crescer ao longo da época e a fazer grandes exibições e também grandes golos, como o calcanhar na Madeira com o Nacional. Ao todo, foram 7 esta época. Nada mau para um central. É daqueles que não deve sair, mas que a curto prazo deve ser difícil de manter, até porque já foi chamado por Didier Deschamps à seleção francesa.
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