A vencer desde 1893

sábado, 1 de dezembro de 2012

O azar chega quando não se trabalha !


      A semana passada o nosso treinador, Vítor Pereira, afirmou que no Porto não se espera pela sorte trabalhasse para a encontrar, em resposta a uma espécie de provação vinda do lado vermelho da 2ªCircular, e a verdade é que os dois últimos jogos contra ao Braga foram prova disso mesmo, no jogo a contar para o campeonato a sorte que relatam que tivemos só foi possível porque durante 90 minutos os nossos jogadores nunca deixaram de trabalhar e procurar a vitória. Já no jogo a contar para a taça (da mesma forma que para a liga ganhamos bem) perdemos bem, ou seja as ideias do Vítor Pereira apenas resultaram durante 45 minutos e os jogadores (alguns) não cumpriram as suas funções e objetivos. 


      Durante os 90 minutos o Porto não foi a melhor equipa, ficou a ideia de que não apostou tudo para tentar ganhar, mas se foi azar, foi porque desta vez não se trabalhou o necessário para alcançar a sorte sempre necessária para os jogos grandes (mas não vou aqui discutir opções técnicas).
      Desta forma, ficamos eliminados da taça numa fase ainda prematura e os níveis de confiança dá equipa vão para Paris em baixo. Contudo, uma derrota apesar de ser sempre algo negativo, serve também para se poder retirar uma lição. 

      A equipa estava ultra confiante e, a forma como os jogadores e o Vítor Pereira encararam o jogo demonstrou isso mesmo, porém mais vale perder agora do que perder na fase mais avançada e decisiva da época.

      Em todo o caso, ficamos pelo caminho na taça e assim perdemos já um objectivo da época. Agora é levantar a cabeça e pensar já no próximo jogo contra o PSG, só a vitória ajuda a aliviar o sentimento de frustração e derrota. Claro que em termos de preferência acho que todos os adeptos se tivessem a contar com uma derrota preferiam perder o jogo contra o PSG e não com o Braga – pois na Champions já temos garantida a passagem à próxima fase e assim não perdíamos um objectivo da época. 
      Porém ser Porto é querer sempre ganhar, o que desejávamos e queríamos fazer acontecer era o Porto ganhar os dois jogos, mas tal não aconteceu. 
A equipa falhou, mas o nosso dever é continuar a apoiar a equipa, mas não podem querer que como adeptos não se fique descontente.

      Por isso, espero que em Paris quando entrarem em campo, tenham presente a derrota de sexta e se lembrem que não é aceitável uma derrota e, muito menos será compreensível duas derrotas consecutivas. Deixamos assim de ser os únicos invictos na Europa, mas não deixamos de acreditar que somos os mais fortes.É assim bom que se tenha em conta que após uma derrota só há uma solução: Trabalhar mais para voltar a vencer!

      ps: Do jogo infeliz contra o Braga só fica a ideia de que se para a Taça de Portugal jogamos com a segunda linha, então para a Taça da Liga é lógico que jogue a equipa B (só espero que o VP tenha essa coragem).
      Só não percebo outra coisa, o porquê de se ter verificado confrontos entre adeptos do FC Porto e do SC Braga, é bom que tenham em mente que os verdadeiros ataques não vem dos nossos “vizinhos”, mas do sempre matreiro sul…
      Deixo aqui os meus pêsames pela morte de um adepto do Braga, só não me parece necessário estes confrontos – é bom que os adeptos do Braga se lembrem que os primeiros a apoiar-vos foi a malta do Porto (mesmo quando ainda eram motivo de chacota a sul).

Por: João Serra (colaborador)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estou farto de ganhar. Vou ver se consigo perder...


      Já estava a tardar. Estava tudo a correr tão bem que o Vitor Pereira tinha de fazer asneira. Sim asneira. É que parece que ele já estava farto de ganhar, então decidiu arriscar e tentar perder. Parabéns Vitor, conseguiste !
 
      Sete alterações no onze. E só não tiraste mais ninguém porque realmente o banco estava completo com habituais titulares, senão o James inda ia lá parar também. Mas não dava. Já não havia espaço no banco...

      Conseguiste fazer com que, pelo menos por mais uns dias, fosses assunto de conversa. Mas desta vez pelas piores razões. Parece que não gostas do Jamor. Mas nós gostamos e tinhamos o hábito de ir lá todos os anos. Este é segundo consecutivo que não vamos. Mas no final do jogo assumiste a culpa pela "gestão". E é sempre assim, não é? Sempre foi...

       Se a Taça fosse da Liga, eu não tinha trocado sete, tinha provavelmente trocado onze. Mas não era. Porém se calhar são só pormenores. Já agora, hoje à tarde tinha feito esta imagem para publicar no facebook depois do jogo. Normalmente estas que correm mal ficam na minha reciclagem, mas hoje decidi partilhar convosco. Ficou a intenção...

FAIL:
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A gestão na Taça


      Vitor Pereira disse na habitual conferência de imprensa de antevisão do jogo de amanhã da Taça de Portugal que acredita totalmente no plantel e que vai fazer a gestão que ele achar necessária. Ora, sendo este um jogo decisivo, importa perceber que tipo de gestão é que deve ser feita.
 
      Começando na baliza a titularidade de Fabiano é natural e merecida. Sem oportunidades no campeonato e na Champions onde Hélton é dono e senhor da baliza (e muito bem diga-se) pois o brasileiro está a fazer uma excelente época e as suas exibições estão ao nível do melhor Hélton de sempre no FC Porto. Mas Fabiano tem cumprido na Taça e com toda a naturalidade vai ocupar a baliza no jogo de amanhã. Na defesa, Abdoulaye e Quiño parecem ainda não estar à altura de um jogo desta importância, pelo que só Miguel Lopes pode ganhar o lugar a Danilo. De resto, e com Rolando fora das contas para o onze titular, Otamendi, Mangala e Alex Sandro devem juntar-se ao internacional português no onze inicial.
 
      No meio-campo Defour vai voltar ao onze,mas resta saber se no lugar de Fernando, Moutinho ou até mesmo de Lucho. Castro também é opção e finalmente vamos ficar a perceber se Vitor Pereira confia realmente no camisola 6 do FC Porto e lhe dá um lugar no onze inicial. Portanto, e como se percebe, o meio-campo que vai atuar de inicio amanhã, é nesta altura um completo mistério que só será desvendado amanhã, pouco antes das 20.15h
 
      No ataque, Varela deve voltar ao banco de suplentes e Atsu ao onze inicial. As boas exibições do ganês e o facto de ser aposta na Taça devem valer-lhe também um lugar na esquerda do ataque azul e branco. James é indiscutível e  penso que Kléber vai ser a grande "surpresa" do onze inicial, apesar de Jackson já se encontrar completamente recuperado de uma pequena lesão que contraiu no jogo deste fim-de-semana.
 
      Mas jogue quem jogar, o resultado tem que ser sempre uma vitória. E este Braga, depois de ser eliminado das provas europeias, vê na Taça uma espécie de "tábua de salvação" para conquistar um troféu esta época, pelo que se espera um jogo ainda mais dificil do que o anterior para o campeonato. Estou a ver o Braga a dar tudo em campo para vingar a derrota de domingo e para seguir para os "quartos" da Taça. É preciso então mostrar que o Porto quer ainda mais e que tem mais argumentos para vencer. Força Porto !

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

E as modalidades ?


      Vou aproveitar este momento de calma no futebol azul e branco, para abordar um tema que inquieta desde o início da época desportiva.
 
      Contundo, não nos podemos esquecer que estas duas semanas são essenciais para que o Porto se continue a assumir como uma equipa já apelidada de supernatural….

      Por isso o melhor é dizer: Calma, que isto é só o início!

      Pois depois de um jogo com nota artística frente ao um adversário europeu, seguiu-se uma vitória segura e firme frente a um cada vez maior candidato ao título. E tudo isto já mesmo no final, enquanto lampiões já envergavam as mãos de contentamento, a pensar em voos altos demais para as suas pequenas asas.
      Mas apesar de seremos a melhor equipa até ao momento da Champions, de sermos o melhor ataque e defesa da nossa liga e de continuarmos a correr em todas as frentes na dianteira do pelotão – Temos é de ter calma, que isto é só um inicio positivo que queremos que tenha um grande final!
Até agora, temos de pensar, que só fizemos a nossa obrigação. Uma equipa à Porto tem de ganhar tudo contra tudo e contra quem seja.
      É certo que bem podíamos estar a elogiar a atitude supercompetitiva da equipa, a forma como temos sido regulares e demonstrado sermos um grande colectivo e o facto de este Vítor Pereira versão 2ª época ser cada vez mais um treinador à Porto. Mas esses elogios devem ser guardados para o fim da época, quando tivermos o nosso (tri )campeonato numa mão e quem sabe algo mais também.
Só nos resta continuar a dar o nosso apoio e, continuar a enfrentar cada adversário como se fosse o último.

      Porém se no futebol até agora tudo corre pelo melhor, qual a realidade das nossas modalidades?
Num ano de reestruturação da organização das modalidades de pavilhão, podemos dizer que com pouco estamos a conseguir manter a exigência da marca FC PORTO.
      O Andebol esta a um ponto do primeiro lugar e, tem mantido a atitude típica e invulgar do seu (grande) treinador (execepção do jogo último jogo europeu, mas vamos acreditar na reviravolta na eliminatória).
      O Hóquei também não esta em primeiro lugar, mas esta apenas as 2 pontos do actual líder Barcelos, mas ainda esta na fase da época o que mais interessa é manter os níveis de competição e preparação física altos de forma a encarar a fase final da prova na melhor forma.
Contundo apesar de estarmos claramente (e como não podia deixar de ser) na luta pelos títulos ) e de continuarmos ser uma das melhores equipas das modalidades onde participamos, a verdade é que se sente um sentimento agridoce Uns pela falta de modalidades como o Basket e outros por sentirem que a mística do FC Porto nas modalidades já foi mais forte.

      È certo que nestes anos perdemos modalidades como o voleibol ou o basket e que os adeptos têm pedido (ainda sem efeito) novas modalidades como o futsal.
Porém o Porto quer apostar na excelência, por isso quer conservar o que tem e tentar num futuro alargar os seus horizontes. O caso do Basket é um exemplo disso, o Mocho Lopes este ano não vai poder ser o melhor treinador em Portugal (dos seniores), mas vai preparar longe da ribalta uma organização e sistema que (para o ano quando o Porto voltar a jogar) se apresentar como uma equipa à Porto.
      É assim preferível ter uma boa equipa à Porto, que manter equipas que não nos representem ao mais alto nivel.
      Mas é nosso dever reflectir perante factos como:
• O porquê abandonar uma modalidade histórica como o Basket num ano onde se gastou para a formação da equipa B de futebol praticamente o equivalente a todo o orçamento para todas as modalidades (?)
• O que dizer quando se fala de problemas financeiros nas modalidades (nomeadamente nos salários) quando o a equipa de futebol apresenta o maior orçamento do futebol português (e até 2012 cada vez maior);
• Será que movimentações junto dos “tachos” das federações afectam a organização do Porto;
• Será normal um presidente de uma federação (caso do Basket) que em princípio deve ter a postura de moderação do depsorto atacar um clube diariamente com acusações, calunias ou provocações a jogadores, treinadores ou dirigentes?
• Portugal é um país tão pequeno que só tem capacidade para suportar um desporto (o Futebol)? Então o porquê dos bons resultados internacionais das selecções de Atletismo, Futsal, Hóquei ou Andebol?
• Será a crise financeira desculpa pata tudo, ou existe em Portigal falta de políticas de incentivo ao desporto que se manifesta na organização desportiva dos clubes?
• Qual a utilidade de construir um “super pavilhão” senão existe já modalidades à sua altura?
• A aposta na formaçãoé em vão? Ou apenas serve para aumentar as receitas?

      Em todo o caso, é continuar à apoiar o que temos e desejar que o Basket, Volei ou o Futsal voltem de novo ou sejam criadas – e que sejam equipas que diginifiquem as camisolas.
      Por isso em vez de criticar ou protestar é ir para o Dragão Caixa e gritar, cantar, sofrer e festejar por todas as nossas equipas seja qual for a modalidade (ainda mais quando se esta numa fase decisiva dos jogos europeus) …
      Mas aí é facil, basta seguir o exemplo da malta apelidada entre dragões ou tripeiros como os “Maluquinhos das Modalidades, essa malta representa o clube em todo o lado e são dignos do nosso agradecimento pelo trabalho e sacrificos que fazem pelo nosso Porto.
      Eles sim, são o verdadeiro adepto à Porto, que de manhã vai dar força ao pessoal do Hóquei, à tarde vai ter com a equipa de Andebol para lhes dar apoio e à noite acaba em pleno Dragão a gritar por mais um golo de Moutinho& companhia…

Por: João Serra (colaborador)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Um Defour que é um luxo no meio-campo


      Devo começar por dizer que Defour esta época se está a revelar uma agradável surpresa neste plantel do FC Porto. Com Fernando, Moutinho e Lucho no plantel, o belga sabe que é dificil entrar neste meio-campo recheado de talento, mas sempre que é chamado, cumpre a sua missão. E o melhor é que cumpre em qualquer posição deste meio-campo.
 
      Com a lesão de Fernando, o belga foi a opção de Vitor Pereira para a posição 6 do meio-campo. E quem via Defour apenas como uma "cópia" de Moutinho, surpreendeu-se ao ver o seu rendimento como trinco. E um bom exemplo disso foi o último jogo que fez a titular, no Dragão, com o Dínamo de Zagreb para a Champions. E que grande jogo fez Defour. E então pensei: Se o principio da "chiclete" defendido por Vítor Pereira se mantiver este ano, Fernando vai ter que esperar por nova oportunidade no banco de suplentes. Mas pensei mal. Porque assim que Fernando recuperou da lesão, voltou a ocupar a posição 6 do meio-campo. Vitor Pereira parece um treinador novo esta época, felizmente com mais coisas boas que más... e o principio da "chiclete" parece ser uma coisa do passado, de um Vitor que já não existe...
 
      Mas já agora que sexta-feira há Taça, bem que Defour merecia a titularidade. Por um lado significava a rotação natural na Taça de Portugal, mas por outro também a confiança num jogador que não merecia sair do onze inicial, face ao seu rendimento, enquanto Fernando esteve ausente por lesão. E é bom saber que Defour dá para as encomendas. É que por este andar, o Porto este ano vai longe em todas as competições, pelo que é preciso que todo o plantel esteja pronto para quando for chamado a jogo. Que assim seja.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Quem pára este FC Porto ?


      Ninguém. O F.C. Porto é a única equipa invicta na Europa, depois de somar domingo, no reduto do Sporting de Braga (2-0), na 10.ª jornada da I Liga de futebol, o 18.º encontro sem perder em 2012/2013. São  15 triunfos e três empates, dois para o campeonato, ambos fora (0-0 com o Gil Vicente e 2-2 com o Rio Ave), e um para a Liga dos Campeões (0-0 no reduto do Dínamo de Kiev), com 40-8 em golos.  Mas se estes números já impressionam então há que dizer que ainda não ficamos por aqui.
 
      A uma jornada do final da fase de grupos da Liga dos Campeões, o FC Porto é a única equipa com 13 pontos, face a cinco triunfos e apenas um empate ( com 9-2 em golos), quando ainda tem de jogar no reduto do Paris Saint-Germain, a 04 de dezembro para discutir o 1º lugar do grupo A.
 
      Ou seja, neste momento, o FC Porto é líder do campenato, primeiro no Grupo A da Champions League e com presença marcada nos oitavos da competição milionária da UEFA, já venceu a Supertaça e está ainda em prova na Taça de Portugal e na Taça da Liga. É caso então para perguntar aos outros: Conseguem fazer melhor ?

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Miguel Lopes no Benfica? Só se for parvo!


      O Benfica estará interessado em contratar Miguel Lopes no final da época. A notícia é avançada na edição desta segunda-feira do Diário de Notícias, segundo o qual o jogador terá recusado uma proposta de renovação do contrato que lhe foi sugerida pelo clube azul e branco. Miguel Lopes, de 25 anos, está em final de contrato e já estará a par do interesse do Benfica.
 
      A ser verdade a suposta recusa em renovar, só por si, já é pouco inteligente. Se esta suposta recusa estiver relacionada com um assédio do Benfica, então é deixá-lo ir. Porque sejamos claros. Miguel Lopes tem mérito pelo que fez na segunda metade da época passada ao serviço do Braga, que lhe valeu a chamada de Paulo Bento ao EURO 2012 e consequentemente lhe valeu um lugar neste plantel do FC Porto 2012/2013.  O lateral depois de se ter imposto no início da temporada tem vindo a perder espaço nas opções de Vítor Pereira porque há um jogador que custou 13 Milhões e se chama Danilo e que tem merecido o lugar ( lembro-me das assistências que tem feito para golo e do golo que valeu o apuramento na Taça de Portugal ). Danilo é, portanto, o dono do lugar. E bem, diga-se.
 
      E Miguel Lopes foi titular no último jogo e é uma solução neste plantel. E não é um jogador tão extraordinário que se possa dar ao luxo de não querer renovar com o FC Porto. Aliás é um previlégio ter sido convidado a renovar pois é um sinal claro de confiança por parte do clube. Mas são opções. Se é por querer ir para o clube da Luz, então pode ir já em janeiro.
 
      Se isto não corresponder à verdade e se estiver "de corpo e alma no FC Porto", como disse anteriormente, então que se esforce para merecer a confiança do técnico, porque para ele estar neste plantel, Sapunaru foi preterido. E até agora, ainda não vi nada no Miguel que me fizesse pensar que é melhor alternativa que o Sapu.