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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Reforços | O que já temos e o que faz falta...


     Hoje quero falar do mercado de transferências que, apesar de não estar oficialmente aberto, já mexe... e de que maneira!
 
     Estavamos todos habituados, nos últimos anos, a ver os clube oficializarem os jogadores mais tarde do que este ano. Por esta altura, não era muito normal as grandes equipas já terem contratado a maior parte dos reforços. E no FC Porto não me lembro de tantos em tão pouco tempo, sendo que metade daqueles que já são oficiais, foram conhecidos ainda durante o decorrer do campeonato. Também não era normal as vendas fazerem-se poucos dias depois de terminada a época, como foram os casos de Moutinho e James. Mas tirando estas situações e pelo que já conhecemos, devo dizer o seguinte: Muito bem! Gostei dos nomes, gostei da maioria deles ter nacionalidade portuguesa e gostei da eficácia do FC Porto nestas contratações, como já é habitual.
 
     Se olharmos para os 6 reforços já conhecidos, penso que 4 serão para fazerem parte da equipa principal e 2 da equipa B. No último caso, refiro-me ao Tiago Rodrigues e ao Ricardo. Quanto ao Reyes, é um central jovem mas de grande qualidade, por isso se o Mangala sair, não me surpreendia muito que o jovem mexicano fosse titular já na sua época de estreia na europa. Carlos Eduardo é a minha maior incógnita. Não sei bem o que vai sair dali. Não o vejo como um jogador para a equipa B, mas também não o vejo como um jogador capaz de lutar por um lugar no onze. Prefiro esperar para ver... Já os últimos dois reforços, Josué e Licá, têm boas hipóteses de ganharem um lugar no onze inicial do FC Porto. Não me surpreendia ver Josué no lugar do Moutinho e Licá no de Varela/Atsu. Até digo mais. Licá parece-me superior a Varela e com a saida do Atsu, acho que este português pode ser a grande "surpresa" no onze do FC Porto da próxima época. Penso que está ali um verdadeiro jogador à Porto, com um pulmão incrível e de grande qualidade técnica e tática. Tem todas as condições para ser titular no nosso clube e deposito nele grandes espectativas. E isto é o que já temos...
 
     O que nos falta? Bem, parece-me óbvio que faltam alternativas em ambas as laterais da defesa, faz falta um trinco que seja alternativa ao Fernando ou então, em caso de saída do brasileiro, um jogador que se assuma como dono e senhor da posição 6, um extremo de grande qualidade também era bem-vindo e também um ponta-de-lança que seja verdadeiramente uma alternativa ao Jackson, que segundo consta, não deve sair do FC Porto.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Quando a montanha nem um rato pariu...


      Hoje vamos olhar para aquele que é atualmente o nosso grande rival e para toda a sua época. Estamos em agosto e como sempre a espectativa é enorme. A onda vermelha está criada! Mas eis que os últimos dias de agosto e os primeiros de setembro fazem explodir a primeira bomba da época: A dupla titular de meio-campo do Benfica da época passada, vai embora e deixa Jesus sem grandes opções para o meio-campo. Matic e Carlos Martins parecem ser os únicos disponíveis mas Jesus inventa o seu 8 e decide fazer passar Enzo Pérez para o meio e formar assim a dupla titular com Matic. Funcionou na perfeição a grande maioria da época. Mais um período de transferências e defesa-esquerdo nem vê-lo. Jesus achou que conseguia fazer de Melgarejo o que fez com Coentrão. A coisa falhou logo no 1º jogo com o Braga na Luz, mas compôs-se logo a seguir e nos restantes jogos, o Melga já era bom. Jesus afinal também fazia milagres. Era rei e senhor na Luz! Adorado por todos os benfiquistas, este ano é que era...
 
      Avançamos na época. O Benfica tinha duas finais até ser campeão: O Sporting em casa e o Marítimo na Madeira. Na Luz, o Capela salvou e na Madeira a festa começou. Mal se ouviu o apito final nos Barreiros, começaram a ouvir-se os primeiros gritos de campeões, campeões. A festa dos jogadores na Madeira não deixava dúvidas. Estava encontrado o campeão da época 2012/2013. A seguir a isto, tudo o que era presidente, vice-presidente, diretor de comunicação e afins veio a terreiro falar, com a certeza que este era o ano do Benfica. O campeonato estava ganho, faz-se uma conferência de imprensa a falar de arbitragem para tentar explicar que o Capela não tirava mérito à vitória do Benfica no campeonato e a Liga Europa estava à distância de uma final. Foi a fanfarronice do costume. E nós, FC Porto, que já sabemos como a coisa funciona, continuamos sempre a ganhar os jogos pela calada e sem fazer grande alarido...

      Vem o Estoril. O Benfica estava com 4 pontos de vantagem, faltavam apenas 3 jornadas para o final e já havia campeão. O Estoril, coitado, era só mais uma equipa que vinha fazer parte da festa que tinha o seu ponto alto com a entrega da Taça no Dragão. Apito final de Paulo Batista na Luz e o primeiro balde de água fria da época. 1-1, resultado final. O que era já uma certeza absoluta, deixou de o ser. Soaram os primeiros sinais de alarme. Mas depressa, os jogadores do Benfica vieram descansar os adeptos e garantiram que no Dragão era p'ra ganhar e a festa estava garantida. Nem podia ser de outra maneira.... Mas foi! Minuto 92 e um miúdo chamado Kelvin mesmo sem ter a carta de condução, conduziu o FC Porto ao TRI. Desilusão geral. Mas ainda se acreditava no Paços de Ferreira, que era a sensação do campeonato e que podia ganhar ou empatar na última jornada. Mas isso era depois, porque antes havia uma Liga Europa para ganhar.

      Estamos em Amesterdão e a maldição do Béla Guttmann confirmou-se. Jogar como nunca e perder como sempre. O Chelsea vencia a Liga Europa mas o Benfica foi recebido em apoteose, afinal eles deram tudo em campo e tiveram azar.

      Domingo, 19 de maio de 2013. O FC Porto é Tricampeão. É neste momento que começa a cair a ficha à maioria dos adeptos benfiquistas. Não todos, porque ainda havia a Taça de Portugal para ganhar . Mas o karma desta época já estava à muito instalado nas matas do Jamor. Fim do jogo e o fim da picada. O Benfica acabou a época a zeros. O Cardozo tentou pedir explicações ao seu treinador por todo aquele fracasso recorrendo à violencia. É a hecatombe geral. Muita parra e uvas... nem vê-las. Será que serviu de lição? Claro que não. Para o ano é igual, porque sempre foi assim. Eles falam, festejam antes do tempo, são os melhores, praticam o melhor futebol, são quase invencíveis, vão ganhar tudo... e no fim... Só o Porto é campeão!

terça-feira, 14 de maio de 2013

A batalha final

      E depois de tanto lutarmos, eis que chega no domingo ao fim o campeonato nacional 2012/2013. As boas notícias é que estamos em primeiro lugar e a depender de apenas de nós para chegar ao Tri. As más, são que temos o jogo mais difícil da época, não podemos contar com o Fernando que é só o ponto de equilibrio da nossa equipa e ainda por cima vamos jogar contra um adversário que tem apenas uma derrota em sua casa para o campeonato. Razões mais do que suficientes para sabermos que isto ainda não acabou. Respeitamos muito o Paços de Ferreira e vamos ter de estar ao nosso melhor nível para conquistarmos os três pontos.
 
      Hoje o treinador do Paços de Ferreira, Paulo Fonseca, veio dizer que vai pedir aos seus jogadores para ganharem, como sempre faz em qualquer jogo. E nem nós estavamos à espera de outra coisa. Sabemos bem que este jogo de fácil não tem nada e mesmo que fosse com o último classificado da liga ia ser sempre difícil, porque é o último. E já diz o povo que o fim é sempre o que custa mais. É verdade. Mas nós acreditamos no Porto e na nossa equipa. Esta equipa agora que tem o pássaro na mão não o vai deixar fugir. Estamos demasiado perto para deixar fugir o Tri. Mas a verdade é que no domingo, tudo pode acontecer. E se ao fim dos 90 minutos dermos tudo e deixarmos tudo em campo e se isso não for suficiente, paciência. Lutámos até ao fim e isso foi o que sempre exigimos a esta equipa. Mas eles não nos vão deixar ficar mal, porque nunca deixam. E parece-me que os deuses do futebol este ano estão conosco :) Força Porto! Só falta uma batalha e juntos... vamos conseguir!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Quem diria...


      Quem diria até à pouco mais de uma semana que por esta altura as coisas estariam como estão. Quem diria que o Kelvin ia marcar um golo decisivo com uma assistência do Liedson. Quem diria que ainda iamos ver um Jesus idolatrado por milhões de benfiquistas cair de joelhos no Dragão aos pés da nossa equipa. Quem diria...
 
      Quando vejo os jogos no Dragão com o Benfica, vem-me logo à ideia aquela frase que diz: são onze contra onze e no fim ganha a Alemanha" mas neste caso com a palavra FC Porto. O complexo de inferioridade atinge níveis elevadíssimos assim que a equipa do Benfica pisa a relva do Dragão. Está no subconsciente da equipa, da estrutura e da direção. Por isso, é que quando ouvia muita gente a dizer que este ano, a festa do título era no Dragão, esboçava aquele sorriso de alguém que tinha toda a confiança que isso não era possível de acontecer. É que o Benfica simplesmente não consegue atingir esse patamar. Não porque não tenha qualidade suficiente para vencer o FC Porto no Dragão mas sim porque o medo de perder é sempre superior à vontade de ganhar.
 
      A vitória nos instantes finais foi feliz, sim. Sem dúvida. Basta pensarmos apenas que, no caso do Izmaylov não ter visto o 5º amarelo no jogo anterior, provavelmente era convocado no lugar do Kelvin ou então que a estranha decisão de não convocar o Atsu fosse determinante para estar um miúdo chamado Kelvin no banco. Mas o futebol é isto mesmo. É esta a magia do futebol. E depois quando só há uma equipa que quer ganhar é justo que os deuses do futebol também dêem o seu contributo.
 
      Agora sim, vem aí o verdadeiro jogo do título. Mas dele, falamos amanhã.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

É agora !


      Por estes dias, já não se fala de outra coisa. O Porto x Benfica deste sábado é o tema preferido de todas as conversas. Há quem lhe chame o jogo do título. Eu espero bem que não, porque só há uma equipa para quem, este, pode ser o jogo do título. Mas como eu acho (naturalmente) que ganhamos no Dragão, para mim o jogo do título é em Paços de Ferreira. E espero bem que assim seja.
 
      O jogo no Dragão com o Benfica é importantíssimo nas contas finais do título, uma vez que é a nossa grande e última oportunidade de voltarmos ao 1º lugar do campeonato. Mas o jogo do título, esse, espero que esteja marcado apenas para o próximo fim-de-semana em Paços de Ferreira, que vai ser um jogo muito complicado para nós, principalmente se o Paços não garantir já nesta jornada o extraordinário feito de alcançar o 3º lugar e o direito de jogar as pré-eliminatórias da Champions. Seja como for, vai ser sempre um jogo muito difícil para o FC Porto, mas esperamos todos que consiga sair vencedor destes dois últimos jogos.
 
      E é isso mesmo. O TRI que parecia estar já morto e enterrado para alguns, está agora (imagine-se!) à distância de (apenas) dois jogos e duas vitórias. Tão simples como isso. Ganhamos dois jogos e somos Tricampeões. Até parece fácil, mas não é. Nós não festejamos nada antes de tempo. Agora como é óbvio, estamos muito confiantes porque apenas dependemos de nós. E quando o Porto depende apenas de si, nos jogos cruciais não costuma falhar. Mas a bola é redonda e no futebol, tudo pode acontecer. Estamos muito confiantes mas nada mais do que isso.
 
      E o que esta semana, onde se fala deste jogo em tudo o que é canal de televisão e em todos os programas desportivos, foi curioso verificar foi o facto de todos os ex-jogadores do FC Porto convidados para opinar sobre este jogo, terem todos o mesmo discurso: "A mentalidade daquele clube [FC Porto] é sempre a vitória. Quem trabalhou naquela casa, sabe que é sempre pra ganhar". E isto foi comum a todos eles. É realmente algo, que apesar de não ser novidade para nós portistas, sabe sempre bem ouvir e nos enche ainda mais de orgulho.
 
      Agora é aquela fase em que se vai começar a falar do árbitro escolhido (dizem que é o Proença). Era o último nome que eu queria ouvir e acho que, a confirmar-se, é uma nomeação bastante infeliz. Mas já nem quero saber. É ir p'ra cima deles e mostrar-lhes quem é o melhor e quem manda no Dragão. Força Porto !

terça-feira, 7 de maio de 2013

E o milagre aconteceu!


      Fez-se justiça! Foi este o meu primeiro pensamento mal acabou o jogo de ontem na Luz. E assim está bem. É mais do que justo que este campeonato seja discutido num jogo onde se defrontam as duas equipas mais regulares e que cedo se destacaram na frente do campeonato e que lutaram taco-a-taco até ao fim. Mas isto só foi possível graças a um Estoril que provou em campo que afinal não eram favas contadas, e é por aqui que eu gostava de começar.
 
      Ontem na Luz, assistimos a mais do mesmo, ou seja, a um Batista disfarçado de Capela. Quem estava a ver o jogo, ficou com a sensação ao intervalo de que não havia nada a fazer. Mas eis que surge um super Estoril na 2ª parte, disposto a ganhar o jogo (e bem que o merecia). Foi uma equipa que aguentou muito bem os primeiros 15 minutos de grande pressão e que depois mostrou uma grande personalidade e um grande futebol na Luz. E se pensarmos que esta é uma equipa que subiu este ano de divisão e que está à beira de conquistar um lugar europeu, só me resta dizer uma coisa aos jogadores do Estoril e ao seu treinador Marco Silva: RESPECT!
 
      Confesso que ainda não consegui deixar de sorrir desde ontem à noite. É que agora, o TRI está mais próximo do que nunca, contra todas as espectativas. E bastou um jogo para que o Benfica passasse de super favorito e de campeão inevitável a "pois... isto agora está complicado". E que prazer isto nos deu a nós portistas. Era vê-los a festejar na Madeira como se fossem campeões, era a imprensa a elevar o Benfica e Jesus ao estrelato e de repente o ciclista escorregou em cima da linha de meta.Agora até a renovação com o Jesus se põe em causa. E esta, hein? Mas agora que o jogo decisivo é no Dragão, Vitor Pereira e os seus jogadores têm aqui o jogo da vida deles.
 
      É que o Vitor Pereira foi, curiosamente ou não, o primeiro a deitar a toalha ao chão. Agora uns dirão que era um "mind game" e não sei que mais, mas a verdade é que o nosso treinador, por mais inacreditável que pareça, desistiu mesmo antes do fim. E prova disso mesmo é o discurso no fim do jogo com o Nacional, onde foi "obrigado" a mudar de discurso porque no Porto, nunca se desiste de nada, muito menos quando ainda é possível.
 
      Agora, o nosso treinador que tanto se queixou de tudo e de todos, só tem uma coisa a fazer: ganhar! Agora não há desculpas, não há limpinhos nem sujinhos. É a grande oportunidade que tem de mostrar que o Porto é realmente melhor e de provar isso em campo. É que este jogo, está longe de ser só um jogo de futebol. O Porto tem de deixar tudo em campo, porque mais do que um campeonato está em jogo o nosso orgulho de não deixarmos o Benfica fazer a festa em nossa casa. E o jogo de sábado no Dragão, tanto pode ser sensacional como desastroso. A barreira entre uma coisa e outra é muito ténue, por isso mesmo (e como se costuma dizer na minha terra) joguem à bola!

terça-feira, 30 de abril de 2013

Os nossos e os dos outros


      Mais uma jornada terminada e a mesma distância pontual. E a cada jornada que passa, o sonho do TRI começa a ficar cada vez mais distante. Mas eu sou daqueles que só gosta de desistir no fim...
 
      Mas hoje queria falar de duas coisas que me preocupam neste momento. É óbvio que esta situação complicada que vivemos no campeonato, muito se deve a este senhor bom (de)mais que está na imagem. Bastava uma arbitragem normal e neste momento o jogo do título estava marcado para a penúltima jornada no Dragão. Mas estes são os erros dos outros a que somos alheios. Hoje queria concentrar-me mais nos nossos.
 
      Não é novidade para ninguém se disser que neste momento o Porto está a jogar pouco. É verdade que normalmente domina os jogos, tem uma posse de bola esmagadora mas depois não consegue traduzir isso em futebol espetáculo e oportunidades claras de golo. Isto já para não falar do fantasma das grandes penalidades que este ano paira no Dragão e que contribuiu de forma decisiva para estarmos na posição em que estamos. Agora que ninguém se atreva a culpar o Jackson no caso de perdemos este campeonato. É verdade que falhou dois penaltis que nos tiraram 4 pontos, mas em boa verdade, foram os guarda-redes que os defenderam. E mesmo que assim não fosse, era uma tremenda injustiça culpar um jogador que nos deu tantos outros pontos e tantas alegrias esta época...
 
      Outra situação que não existe no futebol a este nível é o facto de não haver soluções para posições chave do plantel. Não consigo perceber como é que o Porto se sujeita a jogar quase metade da época apenas com o Danilo para a posição de defesa direito e o Alex Sandro na ala esquerda. Por acaso nenhum deles se lesionou de forma grave. Por acaso não fomos mais longe na Champions. Mas pode uma equipa de topo ter apenas um defesa direito e um defesa esquerdo durante grande parte da época? Isto já para não falar do que a falta de concorrência faz aos jogadores. É que jogo após jogo, ambos sabiam que iam ser titulares e portanto não tinham de mostrar grande coisa nos treinos nem grande empenho. É a acomodação total. E nem me venham falar do Maicon e do Mangala como alternativas... Enfim, é mais uma daquelas coisas que não dá para perceber. E hoje fico-me por aqui.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Milagre, procura-se !


      A quatro jogos do fim do campeonato e depois do que temos visto, só mesmo um milagre é que pode fazer do FC Porto tricampeão esta época. A única bóia de salvação está neste momento na Madeira e mesmo assim, não parece ser suficiente para nos podermos agarrar a ela. Mas dragão que é dragão nunca desiste e luta até ao fim. É esse o espírito que devemos ter.
 
      E se houver uma espécie de justiça divina (porque a terrena é o que se sabe) o jogo do título deverá ser discutido no Dragão. E era bem merecido que assim fosse. O penúltimo jogo do campeonato devia servir para provar quem merecia realmente ser campeão esta época. E se o FC Porto não conseguisse ganhar este jogo, então não teria problema nenhum em dar os parabéns ao adversário. Agora se o Porto ganhar, como esperamos todos, então depois do campeonato dos túneis eis que agora temos um campeonato "à Capela". E eu nem sou daqueles que se esquecem que é essencialmente por culpa própria que estamos nesta posição. Não fizémos o nosso trabalho e agora estamos sujeitos não só a ganhar os nossos jogos mas também a que o nosso rival perca pontos. Mas o facto indesmentível é que, neste momento, se não houvesse ninguém a capelar, podiamos e deviamos depender apenas de nós para sermos campeões. Assim, temos de esperar por um milagre na Madeira ou então de um milagre ainda maior com o Estoril na Luz.
 
      Por agora só nos resta ganhar os nossos jogos, esperar pelos outros e continuar a acreditar, sempre! Força Porto!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

This Is It !


      É agora! Com cinco jornadas para disputar até ao final, as grandes decisões da época jogam-se agora. É certo que infelizmente (ainda) não depedemos apenas de nós para conquistar o TRI. Mas continuo com a ideia de que se o FC Porto ganhar os próximos cinco jogos é campeão. Este é um Benfica que vem perdendo gás de jogo para jogo e o último jogo na Luz com o Paços de Ferreira é prova disso mesmo. É certo que o resultado da primeira mão ajudava, mas não os estou a ver a chegarem ao Dragão com estes 4 pontos de avanço. E isto é mais que uma fé. É uma convicção forte. Mas se chegarem, então resta-nos o orgulho de evitar os festejos em nossa casa...
 
      Por esta altura do campeonato, já não vale a pena discutir jogadores, táticas e treinadores. Agora já chega. Agora é tempo de nos unirmos e puxarmos todos para o mesmo lado. O TRI está à distância de um empate do nosso rival e as nossas forças têm de estar todas com aquipa. Vá, se calhar podemos tirar um bocadinho dessas forças para dar ao Sporting, ao Marítimo ou ao Estoril porque também precisamos deles. Mas tirando isso, o foco principal está com a nossa equipa. São quinze pontos que temos de conquistar até ao fim e se chegarem para festejarmos mais um campeonato, ótimo. Se não chegar, paciência. É levantar a cabeça porque p'ró ano há mais...
 
      Mas até isto acabar, não desistimos. Somos Porto e no fim fazemos as contas. Força equipa! Força Porto!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sim, ganhámos ao Braga. Mas...


- Podiamos não ter ganho. É verdade que foi uma vitória justíssima frente a um adversário que se diz de Champions mas que afinal se comportou como tantas outras equipas que vêem ao Dragão e que lutam para não descer de divisão. Seja como for, neste momento não se vê uma equipa do FC Porto como por exemplo já se viu esta época, com uma atitude de campeão. Parece que há uma era antes do jogo no Dragão com o Málaga e uma era depois do jogo em Málaga. Aliás, esse jogo no Dragão foi talvez o último onde o FC Porto esteve ao seu melhor nível. E depois ainda há quem se admire de ouvir assobios e não goste. Pois é! Mas nós adeptos também não gostamos de muita coisa e temos todo o direito de assobiar quando se vê que a equipa não joga o que deve. Ainda para mais quem paga bilhete e vai ao estádio. Esses então têm o direito absoluto de manifestar o ser (des)agrado ou nao! E há jogadores que até pelos anos que já levam de casa, deviam perceber melhor isso...
 
- O Defour jogou (mais uma vez) como falso extremo esquerdo. É impressão minha ou a coisa nunca correu bem com esta insistência do Vitor Pereira em pôr o Defour nesta posição? Talvez a exceção seja feita ao jogo na Luz, mas aí os indices motivacionais estão no auge e na Luz quase tudo resulta bem para os nossos lados. De resto só Vitor Pereira consegue ver o Defour como uma solução para aquela posição. É certo que o Varela estava lesionado, o Izmaylov castigado, o Atsu vinha de lesão, que o Kelvin não tinha ritmo competitivo e o Sebá ainda não pode ser opção para jogar a titular na equipa principal. Mas neste jogo, lembrei-me por exemplo, que o Jesus esta época quando precisou, jogou um jogo na Madeira para o campeonato com o Urreta a titular. E este jogador ainda não tinha feito um minuto sequer no campeonato e até marcou um golo e tudo. E por vezes há que arriscar um bocadinho e correr riscos, porque o Defour não é extremo nem nunca vai ser. Por isso, arranjem-se soluções!
 
- O Kelvin não pode ser a solução. É verdade que a aposta não podia ter corrido melhor ao Vitor Pereira. Mas com o jogo empatado e o FC Porto a precisar a todo o custo de vencer o jogo, a solução não pode passar pelo Kelvin. Correu bem desta vez, mas não vai correr sempre. E aqui temos de voltar a falar da alternativa que não existe ao Jackson...
 
- O Liedson não entra neste filme. Se dúvidas ainda houvessem que o Liedson poderia ainda ser uma solução para este campeonato e para quando as coisas estivessem complicadas, essa teoria caiu por terra na passada segunda-feira. Liedson é um corpo presente no banco de suplentes e nada mais. Não sei de quem é a culpa, mas a verdade é que voltamos, mais uma vez, a não ter uma alternativa para a posição de ponta de lança. E assim é complicado... O treinador disse há dias que "o Liedson ainda nos vai ajudar". Mas só se for fora das quatros linhas, porque dentro não deve ser de certeza, uma vez que o próprio Vitor Pereira já deixou bem claro com as suas opções que não conta com ele.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Vitor Pereira e as contas para o TRI


      A seis jornadas do fim do campeonato, começa a faltar tempo ao FC Porto para se aproximar do primeiro lugar e o consequente TRI. Mas vamos a contas.

      É óbvio que neste cenário, qualquer perda de pontos do FC Porto até ao fim destas seis jornadas implica o adeus definitivo ao campeonato. Por isso e feitas as contas, esperamos que 78 pontos sejam suficientes para garantir mais um título de campeão nacional. Mas para isso, precisamos (apenas) de um empate do Benfica num dos cinco jogos que faltam para o fim, descontando o jogo no Dragão que obviamente tem que ser ganho por nós tal como todos os outros.
 
      Ora o calendário do Benfica para além do jogo do Dragão na penúltima jornada, tem uma deslocação a Olhão, depois recebe o Sporting na Luz, vai à madeira jogar com o Marítmo, recebe o Estoril antes do Dragão e acaba o campeonato na luz frente ao Moreirense. E não é preciso perceber muito disto para sabermos que só há duas hipóteses do Benfica perder pontos: ou na Luz com o Sporting ou então na Madeira. E com estes dois jogos a serem disputados nos fins-de-semana de 21 e 28 de abril a conclusão de tudo isto é a seguinte: Se o Benfica terminar o mês de abril com estes 4 pontos de avanço é campeão, porque em Olhão, com maior ou menor dificuldade, ganham o jogo e o Estoril também não levanta grandes problemas na Luz.
 
      No meio disto tudo, voltamos a estar dependentes de terceiros para sermos campeões. Uma situação que aliás já aconteceu o ano passado. Ou seja, se Vitor Pereira for bicampeão no FC Porto fica sempre a sensação que é mais por demérito dos outros do que propriamente por mérito próprio, apesar desta ser uma visão algo discutivel, uma vez que no fim é que se fazem as contas.Mas seja como for, creio que Vitor Pereira está a fazer os últimos jogos como treinador do Porto. Seria uma enorme surpresa para a grande maioria de nós adeptos se Vitor Pereira for treinador do nosso clube na próxima época. É um treinador que já provou que não tem estofo para treinar uma equipa como a nossa, mas vamos deixar isso para um próximo post... e ou muito me engano ou Leonardo Jardim é o senhor que se segue...

sábado, 2 de março de 2013

Um empate com sabor a derrota


     Sem atitude, não há campeões.

    O FC Porto entrou em Alvalade da mesma forma que já o vimos entrar noutros jogos deste campeonato. Lento, sem ideias e com um futebol desligado e sem chama. O nulo ao intervalo não surpreendia mas ficava a ideia que na segunda parte as coisas podiam ser diferentes. Pura ilusão. É verdade que na segunda parte o Porto fez mais pela vida, mas foi sempre muito inconsequente e nas poucas situações de verdadeiro perigo valeu o suspeito do costume- S. Patrício, que por acaso, nem deveria ter jogado este jogo mas já nem quero ir por aí...

      E desta vez nem no banco esteve a solução. Confesso que estranhei ver o James no banco e fiquei ainda mais chateado depois de ver a exibição do Varela e também do Izmaylov, apesar de ter gostado mais do russo do que do português. Para mim, Varela não tem espaço neste onze e com as entradas do James e do Atsu ganhei um novo ânimo e pensei que as coisas iam melhorar e que iamos marcar. Mas cedo percebi que esta não era a noite do FC Porto em Alvalade. E tirando o Helton e a espaços um Lucho, não se aproveitou mais nada. Maicon parece outro jogador desde que perdeu a titularidade para Mangala e dentro de campo faz pouco para provar que merece ser titular. De Varela já falei, Defour quase nem se viu ( Moutinho, recupera rápido!) Liedson já não resolve nada e hoje até o Jackson andou perdido em Alvalade...

     Seja como for, esta foi só uma noite má da nossa equipa. Vamos acreditar nisso, até porque dependemos apenas de nós para o TRI. Agora uma coisa é certa. É hora de acordar e de começar a dar tudo em campo, até porque o Porto desta noite e com esta atitude, de certeza que não chega ao fim do campeonato em primeiro.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Voltar à Terra


      Depois da fantástica exibição em Guimarães, a onda de entusiasmo e de confiança entre nós portistas tinha atingido o seu auge esta época. E com alguma razão. Só que no futebol, são onze contra onze, e o jogo deste fim-de-semana com o Olhanense fez o Dragão regressar a Terra e perceber que estes jogos são tão ou mais importantes do que os jogos com os chamados grandes. E este empate só não teve piores consequências porque o nosso rival direto, também não fez melhor na Madeira. Do mal o menos...

      Também não quero com isto dizer que a equipa não trabalhou o suficiente e não deu tudo para chegar á vitória no jogo. Mas no seio da equipa, todos pensavam à partida que com maior ou menor dificuldade, os três pontos eram uma certeza no fim do jogo. Não contaram foi com uma noite de grande inspiração do nosso Bracalli e de menos inspiração do nosso Jackson, que falhou o que não costuma falhar. Acontece aos melhores, mas há jogos assim...

      Outro dado não menos preocupante é o nosso banco de suplentes. É que em condições normais, com James, Defour e Atsu disponiveis, o banco compõe-se. Mas desde há alguns jogos (jogos demais, digo eu) a esta parte, que o nosso banco é confrangedor. E sinal disso mesmo são as substituições que Vitor Pereira fez para tentar ganhar o jogo: Sebá, Tozé(?) e um Liedson que não se percebe  se é ainda capaz de resolver alguma coisa. E estranha-se, por exemplo, que face ao déficit de soluções, o Kelvin tenha jogado na equipa B e que depois se ponha a jogar um Sebá e um Tozé em estreia absoluta... 

      Com Atsu de regresso, James muito perto do regresso e Defour quase recuperado, esperamos que o Porto volte ao que já foi esta época e que se restabeleça a normalidade no Dragão.É que a partir de agora também há Champions e todos os pontos perdidos no campeonato, são um passo de gigante atrás, para a conquista do TRI. Rapazes, agora é (ainda mais) a sério! Força Porto!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Alguém os viu ?


      Quase me apetece começar com a música dos "Ficheiros Secretos" tal é o mistério à volta destes dois jogadores. Sabe-se que se apresentaram no Dragão no dia 3 de janeiro mas a partir daí, nem mais uma palavra sobre o assunto. Será um caso de polícia ?

      O que é feito do Fucile e do Walter? Estão de férias? É que não sei se os responsáveis do FC Porto já repararam, mas o FC Porto necessita urgentemente de reforçar precisamente estas duas posições: a de ponta-de-lança e as laterais da defesa.

      Recuemos então até ao passado dia 3. Escrevia o Record: "Terminado que está o empréstimo ao Santos, Fucile volta a ser jogador do FC Porto" (...) " Fucile gostava de cumprir contrato com os Dragões: «Claro que quero ficar». Então onde está o problema? O jogador quer cumprir contrato e ficar no FC Porto e o clube precisa de um jogador que seja uma alternativa válida quer à direita, quer à esquerda da defesa. Querem melhor opção que o Fucile, que ainda por cima já conhece os cantos à casa e que pode fazer tanto o lugar de defesa direito como o lugar de defesa esquerdo? É que para ambas as posições não há alternativas no plantel (uma vez que Quiñones não é alternativa a Alex Sandro). Não se percebe... a não ser que Defour seja pau para todo o serviço, é que vistas bem as coisas, só lhe falta mesmo jogar a guarda-redes, defesa central e ponta-de-lança.

      No caso do Walter a situação é semelhante. Precisamos de um ponta-de-lança e temos o Walter "encostado". Quais as razões? Isso gostava eu de saber...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A propósito do 3-2 do site da Liga


      O jogo de ontem fica marcado por três acontecimentos significativos. Um deles a arbitragem já esperada do João, o tal sugerido pelo Vieira, que nem vale a pena comentar. Um outro acontecimento foi a vitória do Benfica no site da Liga. E a propósito disto, vi hoje um artigo curioso no Record assinado pelo Luis Pedro Sousa, que diz o seguinte: 

" Odyp ** p wir svpmyyvr wismfp dr ytsnsçjs r, yr+p trsç r dpn +trddºsp. Oie cw. Tradução: Isto é o que acontece quando se trabalha em tempo real e sob pressão. Por vezes digita-se a tecla do lado...
Não faltavam argumentos a Pinto da Costa depois do Benfica-FC Porto de ontem. Os erros humanos foram vários, mas o presidente dos dragões preferiu colocar a tónica do seu discurso no menos importante de todos. Houve alguém que se enganou a primir uma tecla e, durante 30 segundos, um remate ao poste foi trocado por um golo que não existiu. Só isso."

      Houve alguém que se enganou a primir uma tecla, imaginem. E foi de tal maneira que se enganou também a escrever : Minuto 75': GOLO!!!!! Cardozo (SLB), remata fora da área e marca. Claro, então não se está mesmo a ver! Foi um simples erro que trocou um remate ao poste (numa enorme defesa do Hélton) por um golo. Duas coisas muito parecidas. É uma vergonha, isso sim!

      E nem o pseudo pedido de desculpas por parte da Liga chega para esclarecer este assunto. É óbvio que isto foi um ato deliberado por parte de alguém de má fé. E não é com um simples comunicado a pedir desculpas que se resolvem estas situações. Mas o mais provável é isto ficar por aqui como é habitual. Para quem estava desejoso de ver o Benfica ganhar ao Porto na Luz, temos pena. E nos últimos 10 anos só aconteceu por duas vezes, portanto percebe-se a ansiedade de alguns em querer ver o Benfica a ganhar na Luz a todo o custo. Mesmo assim, não conseguiram.

      Ah. E o terceiro acontecimento significativo é que neste momento, só dependemos de nós para alcançar a liderança do campeonato.E este sim, o mais importante de todos eles. Força Porto !

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Onde estão as soluções ?


      Com a recente lesão de James que, ao que tudo indica, o vai afastar do jogo da Luz, as dúvidas e incertezas quanto a este plantel do FC Porto voltam à ordem do dia. Mas vamos recuar até ao inicio do mês de setembro. Nesta altura, o plantel do Porto parecia ter um excesso de extremos e um défice claro de pontas de lança. Relembro que por esta altura, James nem sequer era titular indiscutível. E a verdade é que o Porto contava com 6 extremos no plantel ( Hulk, James,Varela, Atsu, Kelvin e Iturbe ). Agora, a menos de uma semana do clássico com o Benfica, apenas Varela e Kelvin estão aptos para ir a jogo. O problema é que ninguém está a ver o Vitor Pereira a jogar de inicio na Luz com o Kelvin. E agora até já se fala no Izmailov (que ainda nem sequer é jogador do FC Porto) a titular na Luz...

      Mas então onde é que eu quero chegar com isto tudo? Quero chegar à conclusão que me parece óbvia: Falta um extremo, um ponta de lança e também um Izmailov em plenas condições neste plantel. E neste momento, o filme que estou a ver, mesmo antes da estreia, é o seguinte: O FC Porto aparecer na Luz com quatro médios, com Varela e Jackson na frente e com um Defour perdido a extremo direito ou então com Lucho a cair na direita do ataque. Por outras palavras, uma trapalhada total que tem todas as condições reunidas para correr mal.

      Mas jogo da Luz à parte. Então se o Miguel Lopes vai mesmo para Alvalade, porque é que o Fucile não está já integrado no plantel? Ou estão a pensar ficar só com o Danilo para a direita e voltarmos aos tempos de Maicon a defesa direito? É que vistas bem as coisas, eu preferia ver um Danilo como extremo direito do que propriamente um Defour. Mas para isso, era preciso uma alternativa para a direita da defesa que não há... Então e o Walter? É que convém perceber que se acontece ao Jackson aquilo que aconteceu ao James por exemplo, pode ser o descalabro total e comprometer uma época inteira, uma vez que as chamadas do Sebá e do Dellatorre são apenas para "encher" o banco de suplentes, pois já se percebeu que não são alternativas nem opções para Vitor Pereira. E não nos podemos sujeitar a ter um avançado como o Walter "encostado" e depois não ter alternativas no banco, como aconteceu no jogo com o Nacional. Agora pergunto eu: Se fosse preciso correr atrás do prejuizo no último jogo, alguém compreendia que não existissem alternativas no banco do FC Porto? É que por enquanto vai correndo bem, e quando não correr? Quem é ou quem são os responsáveis?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O estranho caso de Marat Izmailov


      Marat Izmailov é dado pela imprensa como reforço do FC Porto nas próximas três épocas e meia. Miguel Lopes, Kadú, Fucile e Walter são para já os nomes mais falados para rumar a Alvalade no negócio Izma. Aos 30 anos, o FC Porto pretende com esta contratação reforçar um meio campo que não está recheado de alternativas ao trio habitualmente titular, dando a Vítor Pereira uma maior margem de escolha e qualidade para enfrentar o que resta da época.
 
     Não é novidade para ninguém que Izmailov é provavelmente, e estando a 100%, o melhor jogador do Sporting de há uns anos a esta parte (a par do "São Patrício"). E das duas uma. Ou a história está muito mal contada em Alvalade ou então alguém não está bem da cabeça no FC Porto para propôr um contrato de três anos e meio a um jogador com este (alegado) histórico de lesões e já com 30 anos.
 
      Eu quero acreditar que se o FC Porto avançar efetivamente para o jogador russo e ainda por cima com um contrato até 2016, é porque o jogador está mesmo em condições e então algo não batia certo no Sporting. Porque se Izmailov está em condições de jogar e se conseguir mostrar o melhor futebol que praticou em Alvalade, então é muito bem-vindo ao Dragão.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A "loucura" do mercado de inverno


      Com o campeonato parado e o mercado de inverno a abrir daqui a poucos dias, a "loucura" dos rumores nesta data, já se sabe, está mais forte do que nunca. Com pouco para escrever, os jornais optam por uma constante especulação em torno daquilo que é, muitas das vezes, desconhecido e incerto.
 
      No nosso FC Porto, jogadores como Rolando, Fernando, Moutinho e até mesmo James são os nomes mais apeteciveis para colocar em tudo o que são grandes clubes europeus. No sentido inverso, Ricky Álvarez é, por exemplo, um nome já há muito falado numa possivel troca com Fernando e Rolando para o Inter.
 
      Sinceramente, parece-me que apenas Rolando e talvez Iturbe possam ser transferidos em janeiro, sendo que Iturbe iria beneficiar com um empréstimo a um clube onde possa continuar a evoluir. Já Rolando parece mesmo que o mês de janeiro irá ditar o adeus defenitivo ao FC Porto, uma vez que é a única situação que satisfaz ambas as partes. No caso de Fernando, Moutinho, James e companhia são claramente jogadores a manter a todo o custo e apenas tranferíveis pelas respetivas cláusulas de rescisão. É que o campeonato e a Champions assim o exigem. E já agora, bem que podiamos ir buscar um ponta de lança. É que parecendo que não, dava jeito.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estou farto de ganhar. Vou ver se consigo perder...


      Já estava a tardar. Estava tudo a correr tão bem que o Vitor Pereira tinha de fazer asneira. Sim asneira. É que parece que ele já estava farto de ganhar, então decidiu arriscar e tentar perder. Parabéns Vitor, conseguiste !
 
      Sete alterações no onze. E só não tiraste mais ninguém porque realmente o banco estava completo com habituais titulares, senão o James inda ia lá parar também. Mas não dava. Já não havia espaço no banco...

      Conseguiste fazer com que, pelo menos por mais uns dias, fosses assunto de conversa. Mas desta vez pelas piores razões. Parece que não gostas do Jamor. Mas nós gostamos e tinhamos o hábito de ir lá todos os anos. Este é segundo consecutivo que não vamos. Mas no final do jogo assumiste a culpa pela "gestão". E é sempre assim, não é? Sempre foi...

       Se a Taça fosse da Liga, eu não tinha trocado sete, tinha provavelmente trocado onze. Mas não era. Porém se calhar são só pormenores. Já agora, hoje à tarde tinha feito esta imagem para publicar no facebook depois do jogo. Normalmente estas que correm mal ficam na minha reciclagem, mas hoje decidi partilhar convosco. Ficou a intenção...

FAIL:
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Um Defour que é um luxo no meio-campo


      Devo começar por dizer que Defour esta época se está a revelar uma agradável surpresa neste plantel do FC Porto. Com Fernando, Moutinho e Lucho no plantel, o belga sabe que é dificil entrar neste meio-campo recheado de talento, mas sempre que é chamado, cumpre a sua missão. E o melhor é que cumpre em qualquer posição deste meio-campo.
 
      Com a lesão de Fernando, o belga foi a opção de Vitor Pereira para a posição 6 do meio-campo. E quem via Defour apenas como uma "cópia" de Moutinho, surpreendeu-se ao ver o seu rendimento como trinco. E um bom exemplo disso foi o último jogo que fez a titular, no Dragão, com o Dínamo de Zagreb para a Champions. E que grande jogo fez Defour. E então pensei: Se o principio da "chiclete" defendido por Vítor Pereira se mantiver este ano, Fernando vai ter que esperar por nova oportunidade no banco de suplentes. Mas pensei mal. Porque assim que Fernando recuperou da lesão, voltou a ocupar a posição 6 do meio-campo. Vitor Pereira parece um treinador novo esta época, felizmente com mais coisas boas que más... e o principio da "chiclete" parece ser uma coisa do passado, de um Vitor que já não existe...
 
      Mas já agora que sexta-feira há Taça, bem que Defour merecia a titularidade. Por um lado significava a rotação natural na Taça de Portugal, mas por outro também a confiança num jogador que não merecia sair do onze inicial, face ao seu rendimento, enquanto Fernando esteve ausente por lesão. E é bom saber que Defour dá para as encomendas. É que por este andar, o Porto este ano vai longe em todas as competições, pelo que é preciso que todo o plantel esteja pronto para quando for chamado a jogo. Que assim seja.